Quando você escuta do seu parceiro(a) : “precisamos conversar”, qual é a sua primeira reação?

a) Perfeito. Ele(a) deve ter coisas ótimas para dividir comigo.
b) Será que fiz alguma coisa errada?
c) Deve ter descoberto tudo!
d) Que amor…., ele(a) quer aprofundar a relação.
e) Que saco! Tudo de novo, a mesma “lenga-lenga” de sempre.

Com certeza, as alternativas “a” e “d” são raramente a sua primeira reação, isto porque, já temos ancorado cerebralmente a associação de “conversar sobre a relação” como “discutir a relação”. E realmente, discutir a relação se tornou uma defesa desgastante de pontos de vista, onde ambos defendem que estão certos e o outro é o errado, o inadequado, o incompreensivo, o “fora da casinha”, o perdido.

Perdidos, estamos todos nós, quando apontamos para o outro como sendo a fonte do problema e a fonte da solução do nosso bem-estar. Nosso maior sinal de maturidade em nossas relações é assumir a responsabilidade em 100% de tudo que está acontecendo no relacionamento, e veja bem, não adianta assumir apenas 50%, porque somos dois. O ditado “quando um não quer, dois não brigam” é fruto de uma postura de responsabilidade.

Amor e Relacionamento

Amor e Relacionamento saudável é isso?

 

Mesmo que um problema surja em função do relacionar-se com o outro, a fonte, a origem, sempre é a nossa postura interna, o nosso posicionamento interno, que irá refletir-se no mundo externo. O outro é apenas um espelho do nosso interior. Se somos confusos em revelar o que queremos ou sobre o que nos dá prazer, por exemplo, deixamos o outro confuso com relação ao como agir conosco e depois, afirmamos: “ você nunca faz o que eu quero”, o outro prontamente se defende: “é que eu faço o meu melhor, eu não pensei que você se importaria”, “como assim? Achou que eu não me importaria? Você deve ter bebido”… e assim prossegue a discussão, ambos se esquivando da responsabilidade, criando um clima emocional de rejeição e afastamento. Quanto maior a freqüência das “discussões de relação” em um casal, maior a probabilidade do desgaste e do estágio final – a apatia, ou seja, chega num ponto que acabam desistindo de brigar, mas na verdade, é porque se cansaram, é porque abandonaram a possibilidade de evoluírem na relação, que está morta, mas é melhor fingir que está tudo bem.

>> Veja o meu próprio depoimento sobre o controle das emoções

Proponho a você, como estratégia para desenvolver a sua maturidade em todos os contextos de sua vida, ou seja, assumir 100% da responsabilidade por tudo que lhe aconteça, não para que você faça o papel do “bonzinho”, mas para que você se sinta no controle e não vulnerável ao outro, que se pergunte frequentemente:

Quando comecei a formatar esta experiência que estou vivendo?

Esta pergunta faz com que, ao invés de apontar para o outro e esperar a mudança do outro, aponto para o único lugar que poderá produzir benefícios e evolução em minha vida: para dentro de mim mesmo.

Avalio as minhas crenças que podem ter provocado a experiência, avalio meus julgamentos, dúvidas e medos que podem ter provocado a experiência e avalio principalmente a minha postura de agir com a dádiva da verdade, ou seja, se fui capaz de me revelar totalmente. Esta “viagem” para dentro de mim mesmo, sempre é produtiva, retorno com o sentimento de coragem de fazer melhor e diferente da próxima vez, para obter um resultado mais produtivo.

Conversar sobre a relação é diferente, é um momento de abertura e não de disputa pela razão. É um momento de revelação, revelo meus desejos, minhas expectativas, minhas dúvidas, fraquezas, não julgo o outro e com isto, abro a oportunidade do outro fazer o mesmo, o clima emocional é de compreensão, que depois evoluí para curtição, desejo e renovação da relação e quanto maior a freqüência destas “conversas de abertura”, mais renovada, mais íntima, mais evoluída é a parceria.

Assista esse vídeo onde falo sobre felicidade nos relacionamentos:

Nosso maior desafio na vida, é em desenvolver nossa capacidade de nos recriar a cada momento. Recrie-se e passe a usar esta estratégia para desenvolver a sua maturidade.

 

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ASS ROSALIA

 

Rosalia Schwark
Psicóloga Especialista em Neurociência
Criadora do Método Movimento Perfeito

 

 

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